MENU
madeira-móvel-min-820x510-1

27/04/2016 Comments (2) Design

[#Identidade] A sua casa nunca será a minha casa

Você pode ter estranhado um pouco o título, mas ele é direto para uma constatação intrínseca do ser humano: não tem nada mais representativo – e diga-se de passagem seguro – que a nossa própria casa. Essa representação citada é a nossa identidade pura, com as culturas vivenciadas e com o conhecimento adquirido durante toda vida. É nossa forma de ver, sentir e se relacionar com o nosso mais íntimo, onde nos sentimos bem, confortáveis e tranquilos.

Em uma palavra: Único (como cada ser humano).

ambiente-design

 

Parte desse contexto, como um dos protagonistas, estão os móveis. Cores, estilos, matérias-primas. De móveis que se mantém quase que eternos ao tempo, passando de pai para filho, chegando a neto, bisneto; ou peças quase tecnológicas, representando uma sociedade moderna ou até mesmo futurista. Os móveis representam – e muito – a identidade humana e as tendências de comportamento.

“A casa brasileira, como qualquer outro lugar, é resultado da cultura do seu povo. E isso passa diretamente pelos móveis, com toda certeza. Historicamente, inclusive, o design do mobiliário e sua produção tiveram que se adaptar à evolução tecnológica e a consequente mudança de hábitos”, afirma Ivens Fontoura, designer, museógrafo e crítico de arte e design.

A era da Globalização personalizada

Personalização e customização, ou seja, a inserção da própria identidade nunca esteve tão latente e em alta como nos dias atuais.

Apesar de estarmos 100% globalizados e conectados, expor nossa própria versão das coisas, saindo do eu-mundo, para o meu mundo, é sinônimo de valorização, de reconhecimento, de se sentir bem.

E isso está ficando presente em tudo: do e-mail segmentado ao seu gosto, que você recebe na “melhor hora”, passando pela costura sob medida ou da estampa única de uma roupa. Nos móveis, mais do que nunca, vem se tornando uma exigência do consumidor moderno.

Tortona-2016-Impress-9-min

IKEA: “Você me entende…”

Exemplo disso, é uma coleção de móveis lançada pela sueca IKEA em 2014. O portfólio traz produtos sob medida para quem está em constante viagem e mudanças.

Extremamente segmentado e personalizado (jovens viajantes com estilo moderno).

Conceituados por uma equipe de jovens designers da marca, que vivem como o público-alvo (ponto para a IKEA!), os móveis são multifuncionais, práticos e ocupam pouco espaço – tudo com muito design, sem contar ainda a proposta de faça você mesmo.

Outro exemplo, dessa vez brasileiro, é a fabricante de móveis Bontempo. Em artigo publicado em seu site, chamado “Customização e Personalização: a arte de tornar o seu mundo um reflexo de você”, eles tratam a questão com afinco.

“Para garantir que nossos móveis sejam capazes de traduzir o estilo de cada cliente, contamos com uma imensa gama de acabamentos em diversas tonalidades e texturas, o que garante nossa capacidade de personalização.Mas se personalização se refere a estilo, customização diz respeito à forma. Com nossa liberdade de modulação, sem restrição de medidas, garantimos o desenvolvimento de ambientes customizados, materializados de acordo com as necessidades de funcionalidade e tamanho de cada cliente”.

Você sabe qual é o seu estilo?

Se a resposta for não, don´t worry. A busca pela identidade pode ser muito divertido, ainda mais quando nos referimos a móveis. Fazer seu próprio álbum de referências, estilos e percepções é uma atividade de auto-análise e descobertas.

E não se cobre: não há certo ou errado. Apenas identidade.

home

 

Você vai gostar de:
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInPin on Pinterest

2 Responses to [#Identidade] A sua casa nunca será a minha casa

  1. Angela disse:

    É uma boa ideia.

  2. Rene disse:

    Thanks, it’s very informative

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *