MENU
Crédito: Romério Cunha

05/12/2016 Comments (0) Notícias

2016 marcou a política e a economia, mas sinais são de retomadas para 2017

Incomum, atípico e com muitas movimentações na política e na economia brasileira. Este foi o panorama de 2016 no Brasil. Com início de ano conturbado, respaldado por diversos indicadores negativos de mercado e baixa popularidade geral com o povo brasileiro, a então presidente Dilma Rousseff sofreu o processo de impeachment, consolidado no dia 31 de agosto sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal.

Michel Temer, então, assumiu em definitivo a presidência, refazendo todo quadro de ministros e criando, mais recentemente, o novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). A equipe, formada por representantes da sociedade civil, promete colaborar com o desenvolvimento de políticas públicas que leve o Brasil a superar a recessão e a retomar o crescimento, bem como a geração de emprego.

Os indicadores econômicos atuais não são dos melhores, mas mostram que pararam de recuar. É o caso da produção industrial, que se manteve estável em outubro.

Segundo dados oficiais do Ministério da Fazenda, divulgados neste mês, a economia brasileira deve crescer 1% em 2017, retomando o desenvolvimento – para 2016, o PIB (soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro) deve encolher 3,4%.

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda do governo Temer, afirmou, recentemente, que a recuperação é “sólida” e que “gradualmente vai aumentar a taxa de crescimento”.  “Estamos trabalhando em outras reformas para aumentar o nível de produtividade da economia, como, por exemplo, nos investimentos em infraestrutura”, disse.

Outro fator econômico que vem se reajustando é a inflação. A estimativa oficial do governo é que fique abaixo do teto de 6%, chegando a 4,7%, segundo último levantamento feito. O objetivo, contudo, é uma inflação de 4,5% em 2017 – a previsão é que 2016 termine em 6,8%.

Crédito: Romério Cunha

Crédito: Romério Cunha

Setor de painéis

Especificamente no setor de painéis, existe uma retração no consumo do mercado interno de painéis de madeira reconstituída, girando, no acumulado entre janeiro a setembro, em – 4,9%, comparado com o mesmo período de 2015 – segundo informações da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

Na Impress Decor Brasil, entretanto, 2016 foi um ano de muito trabalho e investimentos, como o sistema ACMS (Olhar Digital Impress). “Nosso objetivo é continuar atendendo todo mercado com a melhor tecnologia de ponta em 2017, trazendo produtos que agregam verdadeiramente aos nossos clientes”, afirma João Martinez, Managing Director da filial brasileira.

Para 2017, a expectativa da Impress Brasil é uma leve recuperação na economia do país de forma geral e a retomada de crescimento no setor de painéis a partir de 2018.

Você vai gostar de:
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInPin on Pinterest

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *